Era uma tarde fria de agosto quando a vi.
Estava sentada de pernas cruzadas,
A mesa mais distante do
balcão.
Em sua frente uma xícara fumegante.
Seu olhar foi o que me prendeu.
A face repousando sutilmente sobre a mão
e pequenos raios de sol
aquecendo um tímido sorriso.
Um olhar preguiçoso a fitar o horizonte,
contavam o que seus lábios não
pronunciavam.
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